Category Archives: language / língua

Finishing my workweek in Patrick Watson mode

After all the flames in the morning
The quiet ashes fell for hours and hours
In the morning rise
Oh we planted our skin
Like a seed in the ground
So we dug us a hole
And planted our skin
Like a seed in the ground
To grow again
Where the fireweeds grow
Where the fireweeds grow
Where the fireweeds grow

The reason for my Icelandic wanderlust isn’t limited only to native bands, namely Bjork, Múm and, above all, Sigur Rós. This little piece by Patrick Watson also does the trick, this video and the album where it’s the opening track (Wooden Arms) were entirely recorded in Iceland.

Posted via t3mujin’s quick thoughts

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Hoje o Flickr tem uma atenção especial para Chefchaouen, tenho uma vontade enorme de dar um saltinho aqui, que apenas conheço Marrocos de Marrakech para baixo, o Atlas, o deserto. E aproveitar para voltar a comer uns couscous ou umas tagines!

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Guias de viagem e fatias de bolo!

A Pixie junto a um dos mais pequenos restaurantes indianos que vi

Não é mentira que um bom guia de viagem é essencial numa mochila de um viajante, como em países sub desenvolvidos onde a informação nem sempre está legível ou à mão de semear. Mais do que as atrações e eventos de cada local, há uma enorme quantidade de pequenas coisas que são o resultado de conhecimento acumulado daqueles que passaram antes nós,  pequenos detalhes sobre a cultura, o dia a dia ou transportes locais, detalhes esses que eventualmente pode-se escolher ignorar e fazer uma viagem de autocarro classificada de “dura e lenta”. Mas nunca como na Islândia isto foi tão óbvio.
Estávamos a chegar a Egilsstaðir, eu e a Pixie, uma filha de hippies Australianos (daí o nome) que estava a viajar pelo Velho Continente depois de terminar a universidade, foi parar à Islândia para variar da paisagem demasiado humanizada da Europa Central, precisava um sítio com menos gente. Eu precisava de um sítio vazio e desolado para pôr as ideias em ordem, um país ligeiramente maior que Portugal e com apenas 300.000 habitantes pareceu o sítio ideal para ambos. Tinhamos isso em comum, para além de ambos gostarmos de tatuagens de estrelas, ela andava a tatuar uma em cada país por onde passava, na Islândia tinha acabado de tatuar uma estrela no cotovelo com as cores da bandeira Islandesa.

Centenas de quilómetros assim…

Arrancámos de Reykjavík dias antes em modo road-trip no meu Yaris todo-o-terreno de aluguer. Para a Pixie era primeira vez que estava num clima frio (tinha toda a roupa minimamente quente vestida) e ficava fascinada cada vez que passávamos por um pico nevado. Do meu lado o que me deixava realmente fascinado era não haver nada (de Borgarnes, a última cidade da região de Reykjavík, a Akureyri são 300 km de vazio), quilómetros de apenas estrada pela frente, quilómetros sem presença humana, sem cidades ou vilas, com apenas as quintas que vão esporadicamente passando ao lado, sem sinalização ou placas a tornar a distância mais curta, onde apenas sabe que se está no caminho certo porque não há mais nenhum.

Em Akureyri a acabar o dia com um muffin de chocolate e um capuccino

Por causa desta imensidão tão agreste e desolada os meus dias na Islândia rapidamente ganharam uma rotina: terminar o dia com alguma coisa reconfortante, e de preferência quente. Foi assim em Akureyri, onde na Eymundsson (a FNAC do sítio) acabei o dia a folhear o livro que tem uma das minhas capas preferidas enquanto bebia um cappuccino quente e comia um muffin. Foi também assim  quando chegámos a Egilsstaðir, antes de nos separarmos (a Pixie ia para uma WWOOF enquanto eu ia continuar a minha viagem de circum-navegação à ilha) fomos beber qualquer coisa quente no primeiro sítio que encontramos, bebi o cappuccino elaborado que seria possível beber na terriola sonolenta que Egilsstaðir na verdade é, mas desta cedi à tentação e não comi uma daquelas fatias apetitosas da vitrine.
Quando saímos a Pixie parou a disse “Ainda bem que não comeste ali” e mostrou o meu guia:
“Excelente para café mas evitar a comida a todo o custo, tem excelente aspecto mas na verdade é seca, aguada ou sabe a cebolas”
 Nunca cheguei a saber se o guia estava certo…
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Época das chuvas

Em direção a Inthein, e também a uma das maiores molhas da minha vida (Foto: Ruben Vicente)

Viajar para o Sudoeste Asiático no Verão europeu tem um problema, está-se em plena época das chuvas e a monção atinge em força o continente, e Myanmar não é excepção. Atinge o suficiente para assustar a maioria dos turistas e empurrá-los para a época alta que começa a partir de Novembro, altura em que começa a época seca. Mas não assusta o todos, a julgar pela quantidade de famílias de “nuestros hermanos” em “vacaciones” com que constantemente me ia cruzando em Yangon.

Apesar de o nível de água subir tão dramaticamente como a quantidade diluviana que cai do céu, e apesar de por pouco nos ter mexido nos planos numa ou outra ocasião, a verdade é que não é tão mau quanto possa parecer. Para além de todos os factos de se evitar a época alta, a verdade é não se trata de um dia de chuva contínuo e irritante a que estamos habituados, no Sudoeste Asiático cai toda de uma vez, e muitas vezes à hora marcada. Quando estive no Cambodja o céu começava a fechar depois de almoço, a meio da tarde abriam-se as comportas de uma barragem e durante meia-hora ou mesmo uma hora caia água continuamente, para depois parar. Até ao dia seguinte à mesma hora, mais minuto, menos minuto. Em Myanmar o padrão parecia ligeiramente diferente, tendencialmente as manhãs eram chuvosas, algo que arruinou todos os planos para fotografias ao nascer do Sol, para dar lugar a tardes soalheiras.

Rapidamente se ajusta o ritmo à vontade da chuva e quando esta dá tréguas é aproveitar o resto do dia. Ajustar os motivos fotográficos às condições existentes, não preocupar com a lama entre os chinelos e os dedos e suportar estoicamente a imensa humidade da estação, bem mais insuportável que a chuva.

Num alpendre com o nosso barqueiro à espera que a chuva abrande.

Mas de vez em quando a chuva insiste em não parar, ou abrandar, obrigando a paragens forçadas. Como em Inthein quando um dia em que a chuva intermitente nos acompanhou praticamente desde manhã que à tarde degenerou numa longa chuva torrencial, ainda mais que o normal, e que obrigou a esperar e abortar o resto da tarde. Entre nós e um banho quente estava cerca de uma hora de viagem num pequeno barco a motor pelo Lago Inle.

A arrumar a banca, os barcos de turistas só voltarão no dia seguinte

Quando se tem um trajecto rígido, um programa cuidadosamente delineado ao mais pequeno pormenor, ao segundo, um percalço destes é suficiente para arruinar o dia, primeiro por ter de se reajustar o dito plano, depois pela incerteza de ser atingido pela intempérie (uma molha é algo que crescemos a evitar) e por fim pela ânsia de chegar ao conforto de casa, neste caso do hotel.

Quando se anda ao sabor das coisas rapidamente se encontra um plano B, C ou mesmo Z, até porque nem sempre chega a haver plano A. Em muitos casos o que resulta daqui é algo tão simples mas enriquecedor como sentar para ver e ouvir, descansar ou escrever um rascunho no caderno.

A chuva continuou e continuou e continuou e a saída óbvia era a tal viagem de regresso ao hotel para secar o equipamento, sempre sob um dilúvio e contando apenas com uma providencial tela oleada para me proteger. Nunca fomos à vila piscatória no outro lado do lago, mas nem tudo tem de ser visto de uma vez, ficam sempre desculpas para o regresso. O que ficou do dia foi provavelmente a maior molha da minha vida…

Voltava já amanhã para apanhar outra!

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Wishlist update

INNI, by Sigur Rós

Uncharted 3

From the many items my wishlist, and because Christmas and my birthday is around the corner, these are the most wanted:

INNI – Yet another live DVD from Icelandic band Sigur Rós, but while Heima (which, by the way, was one of the main reasons that took me to Iceland in 2009). But while Heima was ethereal, calm and serene (much like the Iceland portrayed in it) Inni goes to the opposite way, being claustrophobic, intimate and colorless.

Uncharted 3, Drake’s Deception – The Uncharted series still the best reason to buy a Playstation 3! No other way to describe it.

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One Day on Earth – An impressive time capsule!

One Day on Earth – Motion Picture Trailer on Vimeo on Vimeo

Time capsules aren’t something new, but in the current digital age you can bring it to a whole different level, by creating a huge time capsule of the world. Flickr regularly does this engaging their whole community, but this one is even better: a documentary capturing one day on Earth through the eyes of many of participants around the world (found by Ralf Potts).

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As bandeiras na janela da Turquia

Estava a ouvir as notícias sobre o sismo em Van, zona por onde tenho uma viagem na minha cabeça que atravessa a Turquia desde o Bósforo e acaba no Irão, e pelo meio o obrigatório directo com uma portuguesa residente em Istambul onde relatava a consternação dos turcos, apesar destes estarem a 1200km do sismo, e que estavam a colocar bandeiras nas janelas.

Não consigo imaginar o que isso seja, não consigo imaginar os turcos colocarem bandeiras nas janelas porque esse já é o estado normal das ruas de Istambul, infelizmente ainda as únicas ruas turcas que conheço, por lá este não é um fenómeno sazonal a cada grande competição futebolística mas sim um sentimento que se vive diariamente.

Ou então estão a forrar a área restante dos vidros e das paredes com as bandeiras que devem ter de reserva no baú em casa.

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New domain / Novo domínio

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