Durão Barroso gosta de aparecer na fotografia…

durão barroso

E por gostar tanto de aparecer na fotografia que não deve ter problema em receber um Nobel da Paz, por muito cretino que seja, após ter aparecido noutra foto onde é cúmplice da guerra de libertação da 2ª maior reserva de petróleo do planeta…

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De cada vez que pesquiso o meu nome aparece isto…

…Um deputado do PP e um fotógrafo de casamentos.

Alguém tem contactos em máfias de leste? Mas que façam um preço baratinho e que pareça um acidente, preciso de subir o meu Google Page Rank…

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E o Nobel da Paz de 2012 é o segundo mais imbecil de sempre!!…

Entregar o Nobel da Paz a uma organização que estrangula pelo medo os seus estados membros está quase ao nível de o entregar a quem “bombardeia pela paz”

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Some days the best plan for travel is not having a plan

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wandering in the streets of Mandalay

I had to borrow this Henry Rollins quote from Ralf Potts blog:

“I hit the streets every day with no real plan besides walking and seeing what happens or taking a taxi across town and finding my way back. Or I look out the top of the hotel and see an area and say, okay, I’m going there today—that slum, that village. I go through souks and bazaars and stores. People come up and ask, “My friend, what are you doing here?” My icebreaker is, “I’m here to meet you.””

Via Vagablogging

What my relatively small travel experience has taught me is that the best moments often don’t come packed in travel tours, aren’t printed in street signs or posters. They happen when you close your eyes and let yourself go, leaving behind the safety of guidebooks or familiar streets and moving on knowing in fact you have never been lost.

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A chuva que embala o sono

Pensamento antes de dormir.

A sensação aconchegante de se estar num quarto junto ao telhado, estar na cama debaixo dos lençóis enquanto a chuva batida a vento bate nas telhas.

Quase que distingo cada gota que bate, pode continuar, quanto mais forte melhor que me embala o sono no melhor quarto no mundo…

Dona Solidão

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Esta semana tenho estado em modo de ouvir vários projetos do universo Madcabiano, desde os Madcab propriamente ditos até aos vários projetos que orbitam em torno deles: como os projetos a solo do Luís Costa ou uma das bandas do momento: You Can’t Win Charlie Brown. Nesta sena hoje foi a vez de Azevedo Silva, numa música que me da apertos no estômago quando oiço.

E isto tudo porquê? Porque os senhores dos Madcab vão regressar ao ativo, num projeto com as mesmas caras mas com nova roupagem.

Posted via t3mujin’s quick thoughts

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Thank you Mogwai!!

Mogwai – “I’m Jim Morrison, I’m Dead”
via YouTube

I love Mogwai, maybe it isn’t my favorite band of all times (I doubt if there is one) but opened my eyes to many things, opened my eyes for Post Rock and many bands I also love (Godspeed You! Black Emperor, Explosions in the Sky, A Silver Mt. Zion, The Album Leaf, Gregor Samsa, just to name a few) but also made me realize that is possible to make cool, moody, instrumental rock music with an attitude, music that isn’t just a technical masturbation of enlightened guitar and drums players.

So, thank you for all Mogwai!

Posted via t3mujin’s quick thoughts

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Descubra as diferenças…

Estas duas fotos foram tiradas exatamente com 24 horas de diferença.

Ambas têm em comum terem sido tiradas debaixo do chão, longe da luz do dia, ambas com cadeiras e mesas vazias de gente apenas pela mera coincidência, ou pormenor técnico, de uma lente não capturar uma divisão inteira num único disparo.

Uma é uma bodega em túneis escavados no solo algures na zona rural de Castilla León, outra um bar de um qualquer edifício de escritórios de Lisboa.

Uma é suja, desarrumada e escura, outra é clara, limpa e arrumada.

Uma é quente tem personalidade e histórias na parede, outra é  fria, impessoal e estéril.

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A febre dos grandes espaços

Transmongoliano a atravessar as planícies da Mongólia, foto por mattermatters

Nem sempre se explica como se escolhe os destinos, às vezes é-se levado por razões mais materiais: um livro, um filme, um monumento (cada vez menos são monumentos que me levam aos sítios). Mas noutras é algo tão intangível e estereotipado como um “chamamento”, uma vontade que vem de dentro embora sem saber bem de onde, que motivo trás ou por que motivo escolhe esta ocasião e não outra.

Há uns anos fui tomado por uma vontade imensurável de espaços abertos, a frase que se formou na minha cabeça foi “preciso de estar no deserto!”, estar num local sem nada em redor, alimentado pelo mito eventualmente desmistificado que paisagens nuas e desprovidas devida e de formas são mais introspetivas e forçam a olhar mais para dentro que para o que nos rodeia. Ia em busca do vazio e fui parar à Islândia, provavelmente a escolha menos óbvia dada a latitude, mas que com os quilómetros de paisagem despovoada e marcada pelo gelo e fogo e cumpriu brilhantemente o objectivo.

Neste momento só penso em longos trajetos por grandes espaços, só penso em fazer o Transiberiano, ou o Transmongoliano, e atravessar as estepes da Sibéria e da Mongólia e fazer 3000km através da imensidão que não acaba, de senti-los a passar debaixo dos pés e consecutivamente olhar a próxima curva do horizonte, para perceber ao lá chegar que nada muda em relação às anteriores. Tenho vontade de me sentir pequeno e ser sentir-me esmagado simplesmente por estar no meio de nada.

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