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A argolada de Ana Malhoa

Ana Malhoa esclarece “Caso Rihanna [Blitz].

“Cantora portuguesa garante que se limitou a partilhar comentário escrito por um fã e que não acusa Rihanna de nada.

Afinal, não foi Ana Malhoa a acusar Rihanna de ter copiado o seu estilo – antes um fã da cantora portuguesa.”

A camaleónica Ana Malhoa, que é como quem diz a que muda sempre de visual para ver se vende melhor, meteu uma argolada daquelas mesmo grandes. No seu blog, lido certamente pela sua meia dúzia de fãs, mandou o bitaite que a Rihanna estava a copiar o estilo dela, apesar de não perceber a semelhança (mas o meu sentido de estilo é nulo) não deixa de ser algo grave e pretencioso de se dizer.

A situação é semelhante à dos jogadores de alguns futebol sul-americanos, que quando passam o Atlântico se desdobram em entrevistas explosivas, provavelmente pensando que não irão chegar ao lado de cá do oceano. Noutros casos este “pôr em bicos dos pés” passaria despercebido, chegaria ao público-alvo (fãs, meio discográfico e pouco mais) e ficaria por ali. O problema é que a Internet é conhecida, entre muitas outras coisas, por uma coisa chamada viralidade, como uma senhora brasileira recentemente descobriu, que significa que tudo o que vai lá parar pode ficar sossegadinho no nosso quintal ou então crescer para algo gigantesco. Obviamente neste caso aconteceu a segunda opção, levando a um novo post para esclarecer a verdade dos factos.

Dando uma leitura rápida nos posts em questão (e é mesmo rápida, já me passaram pelas mãos classificados mais longos) percebo o que poderá ter levado esta gente de má fé a chegar a tal conclusão:

  • O título do post da argolada é “RIHANNA IMITA ANA MALHOA”.
  • O post da argolada indica “PUBLICADA POR ANA MALHOA”.
  • Lendo o post do esclarecimento da argolada percebe-se que afinal é um comentário de uma fã, os posts que contam no blog da Ana Malhoa são os que estão assinados (óbvio).
  • Ora, o conceito de “o post só é meu se as últimas palavras que estiverem nesse post forem o meu nome” é parvo, e na verdade não existe num blog.
  • Quando existem textos extraídos de outras fontes normalmente tal é indicado de modo a não haver confusão. E não, o facto de não ter o nome no fim não conta…
  • O post do esclarecimento da argolada indica “PUBLICADA POR ANA MALHOA” (mas este vale, está assinado).
  • Num post num blog, e mesmo que não sendo um post do “seu dono”,  as opiniões expressas por defeito estão em sintonia com o restante blog, salvo quando haja uma indicação em contrário (que por acaso neste caso não existe)
  • Também referi que em ambos os posts está referido “PUBLICADA POR ANA MALHOA”?

Neste momento ela deve estar a pensar: “Ah e tal, que eu queria começar nesta coisa da internet e dos blogs, mas na verdade não percebo muito como isto funciona”…

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Maitê Proença ou porque a Internet parece que precisa de um polícia

Post publicado originalmente no blog  TwitterPortugal.


Maitê Proença

Todo este caso Maité Proença faz-me pensar que às vezes a Internet parece que precisa de um polícia! Que a blogosfera, as redes sociais (Twitter e Facebook incluídos) precisam urgentemente um, mas não para proteger dos utilizadores mais nefastos ou punir os pilantras que causam a ruína das editoras editoras e estúdios de cinema. A Internet parece que precisa de um polícia para algo bem mais simples, para desempenhar aquele papel dos militares da GNR que obrigam os condutores a acelerar quando há um acidente na auto-estrada, para evitar filas e engarrafamento, para o papel dos polícias que desmobilizam os populares sempre que há agitação, que gritam “Vamos desmobilizar. Não há nada para ver”. Por já não há mesmo nada para ver…

A Internet, e as redes sociais em particular, são assim: coisas pequenas podem atingir uma dimensão desmesurada. Não há ninguém que meta água na fervura, não há ninguém que diga “Ora então vamos lá embora que aqui não se passa nada”. É como se houvesse uma multidão continuamente a crescer, primeiro a falar do “acidente”, depois a falar das pessoas que falam do “acidente” (este texto não é excepção) para por fim, provavelmente, ter uma enorme massa humana que já nem sabe bem que “acidente” é esse que tanto se fala.

Este caso vai servir como bom exemplo da viralidade das redes sociais, porque no fundo é apenas um vídeo com dois anos…

PS: Apenas para deixar claro que não quero realmente criar uma Polícia para a Internet.

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t3mujin’s Today’s Photo Time Capsule



Southern Iceland…


Louvre, Paris…

I really like Photojojo’s Time Capsule, but sometimes receiving an email with some of your photos taken a year ago isn’t a good thing…

t3mujin’s Photo Time Capsule


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“Your data belongs to us!”, says Facebook

Facebook’s terms of service (TOS) used to say that when you closed an account on their network, any rights they claimed to the original content you uploaded would expire. Not anymore.

Now, anything you upload to Facebook can be used by Facebook in any way they deem fit, forever, no matter what you do later. Want to close your account? Good for you, but Facebook still has the right to do whatever it wants with your old content. They can even sublicense it if they want.

Facebook’s New Terms Of Service: "We Can Do Anything We Want With Your Content. Forever." [Consumerist]

(Updated)

Facebook should take a long, deep look into how it treats its users. Until now, users had options with regards to how the data they generated on Facebook was used. Now, they have no options whatsoever, rather than quit the service altogether. It’s a major difference; I’m not going to take it lightly, and neither should you

Facebook: All Your Stuff is Ours, Even if You Quit [Mashable]

 

I don’t like a service I can’t opt-out or claims ownership rights over my contents. I never really had contents directly in Facebook, I prefer to use specific services like Flickr and then import the data into aggregator services, but from now on I will highly restrict the contents added, including external applications that import data into Facebook.

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